Pré-aula 2 de O cortiço

Ler com prazer, entendendo e partilhando: como fazer isso?

Quando ouvimos ou lemos uma história, as imagens se formam em nossa mente e permitem criar um fio da narrativa. Se a narração/leitura é interrompida, podemos retomá-la com maior facilidade porque essas imagens lá estão.

Essa formação de imagens pode ser auxiliada pela partilha de experiências e saberes. Quando se lê, por exemplo, uma passagem sobre uma luta de capoeiristas, uma ilustração pode ser útil. Uma apresentação de capoeira, então, nem se fala.

Sandra e José Henrique propõem, para a próxima aula, em que vamos novamente abordar O cortiço, de Aluísio Azevedo, que vocês tragam novas contribuições para o entendimento da obra por meio das diferentes linguagens – o canto, a dança, o desenho, a encenação, etc.

Muitas palavras e expressões do romance são pouco usadas atualmente, o que constitui um complicador. Então, para facilitar o entendimento, segue o link de um glossário do livro preparado para as oficinas de Linguagem e Expressão.

6 comentários sobre “Pré-aula 2 de O cortiço”

  1. Tenho muito a contribuir e peço perdão por ainda não tê-lo feito de modo significativo.
    Querida Sandra Portugal, eu realmente fiquei triste em não poder ter dado a minha contribuição performática em tua aula.
    Espero poder compensar isso em outro momento, professora Sandra!
    Obrigado por tua sabedoria de modo mestrado…. que nos conduz a ser como alguém que consegue resolver problemas não triviais sozinho, buscando e avaliando caminhos promissores, e produzindo um resultado que possa sofrer o olhar crítico dos especialistas!
    *__*

  2. Li o cortiço ainda muito jovem. Reencontrar essa obra na maturidade me proporcionou outro entendimento e interpretação.Muito comovente o texto em que João Romão questiona se valeu a pena deixar de viver e resolve se resgatar.
    Estou preparando alguma coisa a esse respeito.

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