Pré-aula (dia 04 de dezembro)

Por que contar/escrever histórias? Por que ler/ouvir histórias?

Desde a antiguidade, as narrativas são veículos de transmissão da história, da tradição e de todo o conhecimento acumulado pelo grupo às gerações mais jovens. O conto popular sempre se constituiu em instrumento por meio do qual se cumpria uma importante função social.

O tempo passou e o mundo mudou, mas as histórias continuam aí. Cinderela ainda vive entre nós. Se já não passeia em uma abóbora, volta e meia é encenada no teatro e no cinema, quando não aparece no noticiário. Os contos de animais, os de exemplo e as facécias também conservam sua eficácia. A todo momento nós recorremos a eles para interpretar as situações em nossa vida.

Histórias por quê? Histórias para quê? Na próxima aula, em que vamos novamente trabalhar com os Contos Tradicionais do Brasil, Luís da Câmara Cascudo nos ajuda a encontrar respostas para essas perguntas. Vamos recontar seus contos fazendo uso das diferentes linguagens – o canto, a dança, o desenho, a encenação, etc.

Participe! Encante-nos com a sua performance!

 

1 comentário sobre “Pré-aula (dia 04 de dezembro)”

  1. Não basta viver é preciso contar!
    Entre a história e a vida, o tempo costura pontos que nos tramam.
    Algumas histórias sem pé nem cabeça nos põem de cabeça em pé, outras nos levam para mundos nunca d’antes imaginados.
    No livro “Terra Sonâmbula”, Mia Couto, nos conta a história de uma terra devastada pela guerra, que pára de sonhar. É no encontro de um menino e um velho, num caminho doído, que as palavras começam a acordar e a inventar sonhos.
    Passo a bola. ” De repente, no susto do instante, abri os olhos…”

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