Sedução e resistência: um século de samba

Na próxima terça feira Luís Felipe Lima vai nos falar sobre o Samba.

O professor pretende abordar os seguintes temas: as origens do samba; o samba urbano carioca; o samba-maxixado da Cidade Nova; o samba do Estácio; partido-alto; samba-choro, samba-de-breque e samba sincopado; samba-canção; samba-enredo; bossa-nova; pagode; Zona Norte e Zona Sul cariocas; o samba no Brasil; um século de samba.

 

Referências bibligráficas:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Samba

O mistério do samba, de Hermano Vianna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar/Ed. UFRJ, 1996.

Feitiço decente – transformações no samba do Rio de Janeiro, 1917-1933, de Carlos Sandroni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar/Ed. UFRJ, 2001.

Samba – o dono do corpo, de Muniz Sodré. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.

Sambeabá – o samba que não se aprende na escola, de Nei Lopes. Rio de Janeiro: Folha Seca/Casa da Palavra, 2003.

http://www.academiadosamba.com.br/memoriasamba/bibliografia/

 

Fotos: Alfredo Camacho e xdodo

2 comentários sobre “Sedução e resistência: um século de samba”

  1. Adorei o feitiço decente!
    O cenário nacional anda bambo de notícias negativas. Todavia parece que sonhamos brincando de carnaval, sem um dia pra acabar, sem penitência na quarta feira de cinzas. Festas o ano inteiro, mistura de sagrado e profano. Entorpecida, a população que não lê noticiário, não sabe que índices do IBGE só serão divulgados após as eleições. Parece que não se dão conta das dores do parto da nação… índices alarmantes de criminalidade, a Saúde agonizando nos corredores dos hospitais, a Educação pedindo SOS para não desabar a escola, ambas descendo ladeira abaixo para terríveis posições. E vai faltar gás à polpulação se o Brasil perder a Copa.
    Hoje não se percebe o bafômetro sinalizando pesadelos da ressaca que se aproxima…
    O Brasil oficial, logo logo expedirá a conta com os tormentos para conter a falta de moeda justa. Já acendeu a luz vermelha.
    Uma banda do Brasil delira, dança o rebolecho e o lepo lepo. Quem lembra qual deputado votou? Quem se importa com parlamentares cassados, presos por corrupção? A quebradeira da Petrobrás, se incendeiam ônibus, se caminhão derruba passarela?
    Continuamos a dar show de embasbacar gringos ou de entorpecer a classe proletária inculta. Se ao menos as autoridades se tocassem de vergonha, mas não se tocam. Continuam embromando a opinião pública.
    O cenário nacional exige árdua convocação da torcida brasileira pela nossa seleção na Copa, mas com olhos vigilantes nos candidatos às próximas eleições.
    Não se deve profanar a festa cívica do voto, nem esquecer a sagrada mensagem do Hino à Bandeira. Aí sim, o Brasil tem jeito, e não jeitinho…
    Clarice Azul

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