Pós aula- Linguagem Expressão

“Aprender que toda história tem um fim, mas não obrigatoriamente tem que ter um final feliz… É importante que cada um conheça o outro e busque novas possibilidades de criar histórias, olhando as pessoas  e criando personagens porque a ficção e o real permeiam limiares, linhas tênues que nos permitem mergulhar em novos universos. ” (Sandra Portugal)

A aula da Sandra estava sendo aguardada com um certo burburinho.

Dia de avaliação e das apresentações preparadas pelos quebradadeiros a partir da leitura do livro  Contos Tradicionais do Brasil de Câmara Cascudo.

De cara a surpresa do vídeo feito pelas Sandras Maya e Lima; A causa das secas no Ceará.  Vejam vocês mesmo que delicadeza!

Depois foi a vez do Breno Aboulafia e da Iris Medeiros apresentarem uma contação de história, adivinhem só, em libras!

Neste momento a plateia pensou em voz alta que mais nada poderia acontecer, mas aconteceu:

O Feijah’N, Debora Vieira e Edna da Costa se transformaram em animais ali na nossa frente, ao representar o conto O bem se paga com o bem. O Santiago cantou uma canção, Três meninas do Brasil, laiá e mostrou um vídeo incômodo cheio de ruídos estridentes.

Tetsuo Takita apresentou uma cena, atuando com o Bento, nosso mascote querido! Acompanhados de um par de garças irreconhecíveis.

As irmãs Hare mostraram que são mesmo afinadas, contaram a história Os dois papudos em palavras e desenhos.

E para encerrar a Clarice dançou!

Ainda tivemos a primorosa e emocionada avaliação do Fábio que disse: “Foi muito positiva a forma inovadora de ensinar e aprender, eu me sensibilizei com essa prática”

O último recado da professora Sandra sugere a todos que façam a seguinte reflexão: QUANTO DE PRAZER EU OBTIVE ?

Muito bom mesmo, só nos resta agradecer a professora Sandra Portugal pela oportunidade da enriquecedora troca e aguardar novas experiências.

Parabéns pessoal! Foi muuuito bom!

Por: Beá Meira e Wanda Lúcia Batista Bolsista PIBEX- UFRJ Faculdade de Medicina- T.O.

Video not available

 

11 comentários sobre “Pós aula- Linguagem Expressão”

  1. Foi de ótimos momentos a última aula.
    E aproveito para memorizar a grafia do meu nome (rsrsrsrs)
    … Feijah’N
    RSRSRSRS

    Vamos quebrando, se não daqui a pouco eu viro outra pessoa! rsrsrsrss!!!

  2. Lembrando a professora Sandra:Quanto prazer eu obtive na última terça-feira !Aderaldo Luciano com aquela aula fantástica sobre a literatura de cordel que acabou em dança! As histórias contadas numa diversidade de linguagens surpreendente e encantadora.
    Quebraram tudo!

  3. Huahauh, Beá…pensei naquela possibilidade na hora. Corri, nos inscrevi e ainda tive que remover Denise quase com um guindaste, pois como você sabe, ela sempre some na hora de aparecer ali na frente…lembra quando a Clarice chamou pela letra “D” durante a dinâmica?
    -DENISE – sumiu- tchau !
    Mas foi fácil, ambas conhecíamos a história …eu sei contar e ela sabe desenhar…logo…

    Enfim , agora que a gente sabe que funciona, podemos fazer melhor numa próxima vez. Foi divertido.

    1. Menina, isto é um quadro de TV para um programa infantil, né? Olha na UQ de verão vamos visitar a exposição do Willlian Kentridge no IMS. Ele faz animações desenhando e apagando a mesma pintura, durante 9 meses! Examente isso que vocês fizeram.

  4. Gostei muito do trabalho audio visual das Sandras…Uma qualidade, dentro de padrões técnicos, muito boa. O mais importante é perceber a dedicação que todos/as tiveram para apresentarem um trabalho sobre o livro em questão. Cada um/a com sua linguagem, expressando o seu saber dentro do tema abordado. Creio que cada quebradeiro/a esta envolvido de corpo e alma neste projeto e sinto que as qualidades e habilidades individuais e coletivas fazem crescer o espírito de SER QUEBRADEIRO/A. Estamos juntos nesta trilha possível para a transformação de uma sociedade morosa em uma sociedade respeitosa. Muito asé!

    1. Griot, eu acredito que só tem um jeito de fazer as coisas: de corpo e alma. Quanto mais dedicação melhor fica e reverbera forte na vida da gente!

  5. Hein???
    Quanto de prazer eu obtive?
    Como mensurar o muito?
    Posso dizer com certeza que ambas as aulas na última terça-feira foram , na minha opinião, as que mais se aproximam do que imagino de aula-ideal-quebradas: animadas, participativas, multilaterais, diversificadas.
    Diferentes formas de expressão, já se manifestavam desde a primeira aula , quando Aderaldo Luciano estabeleceu um arrasta-pé. Daí por diante : QUEBRA TUDO!
    A aula tornou-se demais produtiva . Quem assistiu as apresentações sempre terá a recordação dos contos apresentados reforçando o que leu no livro do Cascudo. Nunca mais vou esquecer As Testemunhas de Valdevino , depois de ver Marília Airilam e Clarice Azul representando as garças ; E a interpretação do Feijha`n que macaqueando , arrancou gargalhadas da platéia?
    O encanto do vídeo das Sandras e do Breno, que contou a história em “outro idioma” , foram de arrepiar. E eu , me diverti muito, narrando um conto , enquanto Denise Kosta desenhava, apresentação que improvisamos na hora , porque não queria perder a oportunidade de fazer parte da festa.
    Mas não era só festa. Foi um momento de auto-conhecimento. Foi um momento de reconhecimento do outro. De aplaudir cada talento, cada performance e identificar o quanto a convivência com o grupo é enriquecedora. Nossos mestres parte integrante disso tudo.

    Quebrado o binômio professor-aluno. Estabeleceu-se Literalmente – a troca de saberes-!

    Quanto de prazer eu obtive?
    – Não sei dizer.

    Cristina HARE

Deixe uma resposta